“Das transnacionais ao estado e do estado à sociedade produtiva”
Por Redação, 29.02.2012
“A velha estrutura dominante pode tolerar perder o governo, porém, antes de perder o poder vai travar uma batalha muito dura. É a batalha pelo poder econômico, pelo poder político e pelo poder cultural”…











Em Cuba não há ainda consenso sobre o modelo de socialismo que se busca, e o debate apenas acaba de começar, garantiu hoje o ensaísta e acadêmico Julio César Guanche. “Para só mencionar alguns, os casos da China, Venezuela ou Coreia do Norte recordam que não existe uma receita única deste conceito”, ilustrou o estudioso…
Isto não significa que a funesta história do Iraque e da Líbia vá necessariamente se repetir, entre outras coisas porque, como observara Noam Chomsky, os Estados Unidos só atacam países débeis, quase indefesos, e isolados internacionalmente. Afortunadamente, nem Irã nem Venezuela se encontram nessa situação. De todo modo terão que estar alertas…
Decisões deram início ao círculo vicioso no qual a riqueza e o poder político se tornaram altamente concentrados, os salários dos trabalhadores ficaram estagnados, a carga de trabalho aumentou e o endividamento das famílias também…
Mais de 300 mil pessoas encheram o Terreiro do Paço na maior manifestação já vista em Lisboa nos últimos 30 anos. “O FMI não manda aqui” foi a palavra de ordem ouvida durante o discurso do líder da Confederação Geral dos Trabalhadores de Portugal (CGTP), Armenio Carlos, que defendeu a renegociação da dívida porque o país precisa “que lhe tirem a corda da garganta”…
Campesinos paraguaios reivindicam que o governo de Fernando Lugo distribua cerca de 20 mil hectares de terra no distrito de Nacunday, a 400 quilômetros da capital Assunção. Os trabalhadores rurais querem que o governo reveja a situação dessas terras…
Carta Maior dialogou com Gabriel Palma, acadêmico chileno da Universidade de Cambridge, na Grã Bretanha, especialista em política econômica comparada, que há anos procura desentranhar por que os países da Ásia têm um crescimento sustentável que não existe na América Latina…
Apesar das aparências, Washington e Beijing já colaboram muito mais que admitem. Tal relação vai continuar se aprofundando, ao longo desta década…
Todos respeitaram a frase atrevida de Forti, que dava ali o seu corajoso testemunho pessoal diante da corporação fardada que legou à Argentina, no período da chamada ‘guerra suja’ de 1976 a 1983, o desonroso título de ditadura mais sangrenta entre os regimes militares que sufocaram a democracia no Cone Sul do continente, na segunda metade do Século 20…