......................................................... POR UMA CPI NA MÍDIA
A CAIXA-PRETA DAS CAIXAS-PRETAS

 



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MINO CARTA
Tiago Arantes Matos, estudante de Biblioteconomia da UNIRIO, 20/07/2005

Sou estudante de biblioteconomia da UNIRIO e sou assinante do Fazendo Media. Eu gostaria de esclarecer que o sentido de livro é muito mais amplo do que apenas um simples bloco de papéis costurados. Na edição impressa de Junho de 2005, ano 3, número 29, o senhor Mino Carta e os entrevitadores cometeram um pequeno engano ao expressarem nas duas primeiras perguntas de que o computador é uma ameaça a leitura. Pimeiro é preciso entender que o sentido de livro vem desde a Antiguidade: no início eram tábuas de barro cozidas em fornos com escrita cuneiforme (Babilônia), aí aparecem os rolos de papiro (Egito - o famoso Livro dos Mortos é apenas um rolo de folhas de papiro), o rolo de pergaminho (Grécia, Roma e outros), o códice de pergaminho (Idade Média) e por final o códice de papel até a atualidade. O CD-ROM, o CD, o vinil, a fita cassete, o cartaz, em fim todos podem ser descritos como livro. Os bibliófilos (colecionadores e conhecedores de obras raras), os historiadores e os biblitecários afirmam: "livro é todo e qualquer registro do conhecimento". E também não precisam ficar com medo, mesmo que o livro passe a ser digital, a maioria das pessoas preferem copiar a informação e depois imprimi-la, aliás ler no papel ou em qualquer suporte não-digital é muito mais agradável e não gasta energia, além de ser muito mais popular o seu acesso do que o digital que é muito caro.

E, eu gostaria de saber por que vocês não publicam os e-mails dos leitores? No caso de quererem publicar esta mensagem, eu autorizo.

CPI DA MÍDIA
Luís José Bassoli, 20/07/2005

Senhores (as),

Nesses tempos de CPIs, cresceu minha "curiosidade" sobre a CPI da Mídia, pedida inistentemente nas edições do Fazendo Média. Poderiam me mandar mais informações, como se há algum pedido já protocolado no Congresso, qual a motivação e os fatos a serem apurados etc?

BASE DOS EUA NO PARAGUAI
Aluísio Barreto, 20/07/2005

Enquanto nos distraímos com o esse show de horrores protagonizado pelo partido dos trabalhadores e por Roberto Jefferson algo muito mais preocupante esta acontecendo bem debaixo dos nossos olhos e nós não estamos vendo, os EUA vão instalar no Paraguai a sua primeira base fixa na América do Sul numa região estratégica para o Brasil a área onde esta instalada a maior Usina Hidrelétrica do mundo Itaipu, a qual o Brasil é grande dependente da energia gerada por ela, a mídia colombina (termo genial) não informa nada sobre este assunto. Por favor divulguem esta informação pois é preciso que ao menos os leitores deste jornal e do site possam se informar melhor.

MORTE DO PAPA
João Paulo Gondim Cardoso, 20/07/2005

Prezados do Fazendo Media,

Farei aqui algumas considerações acerca da matéria "Olhos no Vaticano, coração também", da edição de maio de 2005, assinada por Thaís Tibiriçá.

Para mim, a autora não foi feliz em afirmar que a cobertura midiática do papa João Paulo II o transformou "num ícone pop". Será que ela quis equipará-lo a um Michael Jackson ou a uma Madonna - a cantora, não a Virgem - da vida?

Não foram só os jornalistas, comentaristas de tevê e rádio que se referiram ao falecido Sumo Pontíficie como João Paulo II, o Grande. Quem iniciou esse tratamento foram os próprios cardeais. "Grande" é uma deferência simbólica que alguns papas, por terem realizado feitos notáveis recebem; cito os exemplos de Leão I, que impediu a invasão de Roma pelos Hunos, liderados por Átila; e Gregório I, que instituiu o canto religioso nas liturgias, daí o canto greoriano e Gregório VII, também.

Os católicos, em justa homenagem aos incontáveis feitos de João Paulo II, detentor do terceiro maior papado da História, acharam por bem dar-lhe esse epíteto.

Logo mais, a autora insinua que o papel dos jornalistas e políticos era questionar as "opiniões ultraconsevadora em pleno século XXI". Essa passagem é, realmente, estarrecedora.

Primeiro, o papa, e, conseqüentemente, a Igreja defendem é a conservação da doutrina católica, seus dogmas etc. O que não pertence essencialmente à doutrina, é, naturalmente, revogado. Vide os pedidos de desculpa pela condenação de Galileu e a escravização indígena, no Novo Mundo.

Por que a autora utiliza o prefixo "ultra"?

Só porque estamos "em pleno século XXI", então, a Igreja deveria afrouxar sua doutrina, doutrina essa, tirada dos ensinamentos cristãos?


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